"Raymond. Uma amiga sua veio aqui lhe ver."
"Não vai embora Raymond."
"Eu vou ficar aqui."
"Eu vou ficar com você"
Escritório de Arquitetura. Raymond, estagiário, liga para um amigo, Leonardo, porque de novo teve o mesmo sonho. Porém, desta vez, o sonho estava diferente, e ele foi um pouco mais longo do que o normal. Leonardo diz que é muito interessante isso tudo, mas que ele não tem muito tempo livre no momento e que depois eles podem conversar. Estamos em 2008, 12 de Junho, dia dos namorados. É uma quinta. Raymond tem 24 anos. Se inicia uma reunião para tratar sobre o Projeto Olympus. O chefe do projeto está bastante contente porque ele já pode avançar para a segunda etapa. O Edifício que irá revolucionar a forma de se pensar em construções. O chefe do trabalho passa as novas metas para cada funcionário. No final da reunião, Raymond, por impulso, diz que acha que tem algum erro no alicerce. O chefe diz que já foi verificado e que não há nada, mas vai ver isso. Perto do horário do almoço, Caio pergunta para Raymond em base no quê ele falou aquilo, e Ray responde que foi por causa de um sonho.
Raymond vai até a V Lanches durante o horário de almoço. “Eu sonhei que ela morria. Foi terrível. Eu... eu não quero...” Ele chega para conversar com Virgínia, mas ela não o recebe bem. Raymond diz que tem a noite livre e ele poderia, assim... mas Virginia interrompe, dizendo que não. Que ele não pode fingir que nada aconteceu e que ela ainda está brava com ele, e talvez eles não façam as pazes tão cedo, se fizerem. Raymond fica sem entender nada, Virgínia saí, dizendo que está no horário de almoço dela e diz que depois eles se falam.
Raymond vai até a calçada, sem entender nada. O que ele fez? Por que ela estava com tanta raiva? Até ontem estava tudo bem. De repente Raymond sente como se estivesse sendo vigiado. Mas era mais do que uma sensação paranóica, ele sentia a presença de alguém, alguém que ele sabia que o estava vigiando, se aproximando, se escondendo por entre a confusão que é criada pelos carros de pais e pelos alunos querendo voltar para casa (A ‘V Lanches’ fica em frente a uma escola). De repente a sensação some e só então Raymond percebe que o seu celular está tocando. Lucas. “Mas que é Lucas? De onde é que eu gravei esse número?” Raymond atende. A voz do outro lado da linha soa familiar:
-Raymond, você está por perto? Eu queria ter uma conversa com você.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Eu não suporto essa ausência. Por quê você teve que sair da minha vida, se antes eu tinha uma hora diária de alegria? Eu me odeio por ser a pessoa que espera. Eu me odeio por ser compreensivo. Eu me odeio as vezes por me apegar. Minhas necessidades me atrapalham o folêgo. Eu olho para as horas e vejo se os números se repetem, 23:23, mas quem garante que a pessoa que está pensando em mim é a pessoa quem eu quero que pense; e quem garante que alçguém está pensando em mim só porque ao ver as horas os números se repetiram ou era uma hora exata. Por que as ligações ocorrem mais frequentemente antes do beijo, antes da noite, antes dos braços? Por que as vezes a gente pensa que coisas são coisas e outras coisas são outras coisas? Mas quando as coisas são na verdade outras coisas? Eu queria ter coragem, meu coração acelera a cada pensamento que eu não devia ter. Eu queria ter como me distrair mais, mas ultimamente eu estou meio isolado. Dois filmes não bastam para me afastar de você, pessoa quem eu não falo mais. Dois dias parecem muito. Necessidades são minhas. Beijos são detalhes, eu quero um chão, uma voz. Só me resta esquecer, mas esta solidão, essa ausência dói demais. Eu escrevo, mas eu queria mesmo era que o telefone tocasse, eu queria mesmo era ouvir que nunca mais, ouvir que jamais, ouvir que é demais. Mas essa ausência de saber me dói demais. Eu escrevo querendo que o tempo passe mais rápido, que o telefone toque quando eu menos esperar, mas é inútil porque as palavras jorram. Elas jorram. Eu só queria que essa coisa no meu peito parasse. Onde está você, meu amor, quando eu preciso te confessar que eu sofro por outro? Eu sofro por pouco. Eu sofro, querendo não sofrer. Mas assim sou eu. Eu sou fácil demais. Eu sou patético. Ah, essa ausência me mata.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Metas pra 2009
Este ano escolhi coisas menos utopicas como deixar de fumar ou me reconciliar com meu pai ou me tornar uma pessoa mais direita e seguidora das leis. Resolvi traçar 10 metas que fossem possíveis. Sendo assim:
1 - Escrever uns dez artigos (hummmm, acho que eu não comecei bem no realismo)
2 - Escrever toda a história de R.
3 - Não sumir da vida de uma determinada pessoa e continuar sempre lá para quando ela precisar de um ombro ou de amigo pra compartilhar certas coisas boas.
4 - Me tornar um amigo um pouquinho melhor.
5 - Não deixar de compor (a vida é melhor em composição)
6 - Sair mais (a vida está lá fora)
7 - Assistir pelo menos 3 filmes novos por mês (os malditos não contam)
1 - Escrever uns dez artigos (hummmm, acho que eu não comecei bem no realismo)
2 - Escrever toda a história de R.
3 - Não sumir da vida de uma determinada pessoa e continuar sempre lá para quando ela precisar de um ombro ou de amigo pra compartilhar certas coisas boas.
4 - Me tornar um amigo um pouquinho melhor.
5 - Não deixar de compor (a vida é melhor em composição)
6 - Sair mais (a vida está lá fora)
7 - Assistir pelo menos 3 filmes novos por mês (os malditos não contam)
Confissões
Eu fui indicado pela Alana através do Blog das Melancias pra fazer cinco confissões. Eu nem sabia que o blog das melancias existia mais, por isso eu nem sabia que fui indicado. Escrevi isso no FAÉ:
1 - Eu lembro que quando eu era criança eu fui chifrado por um bode.
2 - Algumas várias vezes eu não sei como iniciar conversas (tanto no real quanto no virtual)
3 - Eu morro de vergonha das minhas produções mais sinceras.
4 - Eu DETESTO ser elogiado em público. É uma reação estranha e irracional igual a Liana e os abraços.
5 - Eu sou bastante desapegado as coisas e as pessoas. Isso não quer dizer que eu não ame as coisas e as pessoas, quer dizer apenas que sou desapegado.
1 - Eu lembro que quando eu era criança eu fui chifrado por um bode.
2 - Algumas várias vezes eu não sei como iniciar conversas (tanto no real quanto no virtual)
3 - Eu morro de vergonha das minhas produções mais sinceras.
4 - Eu DETESTO ser elogiado em público. É uma reação estranha e irracional igual a Liana e os abraços.
5 - Eu sou bastante desapegado as coisas e as pessoas. Isso não quer dizer que eu não ame as coisas e as pessoas, quer dizer apenas que sou desapegado.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Confissões
Eu estava querendo mesmo escrever algum post de confissões, mesmo que ninguém me indicasse. Mas eu fui indicado, alguém lembra de mim \o/
OK, vamos lá
1 - linkar a pessoa Golfinho que te indicou.
2 - escrever as regras do meme em seu blog.
3 - contar 10 coisas aleatórias sobre você.
4 - indique mais 10 pessoas.
5 - deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
6 - deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.
As 10 coisas
1. Eu aprendi inglês jogando video-game. Eu jogava RPG's pelo emulador (Final Fantasy) e resolvi acompanhar a história. Daí eu comecei a jogar com o dicionário do lado e ficava tentando entender as falas usando o dicionário. Eu cheguei ao ponto de passar meia hora sem passar de uma fala porque eu não encontrava um palavra no dicionário. Dez meses depois eu tinha um conhecimento sobre gramática do inglês pífio, mas era exelente na parte prática e tinha uma vaaasto mundo de palavras em inglês. Ah, e eu cansei de receber comentários de caneta vermelha nas provas de inglês dizendo pra eu não usar gírias nas provas ( eu aprendi primeiro a falar as gírias, depois a norma culta. Igual a um americano).
2. Eu já morri de vontade de ser o outro da história. Acho que eu ainda tenho. =x
3. Eu sou um péssimo ser humano usando o msn. Eu não gosto mto dele, eu só usava pra namorar e pra combinar coisas. Já tive uma fase feliz no msn conversando com todos os meus amigos, mas depois de fááárias brigas no msn (algumas culpa minha =$) eu... sei lá.
4. Eu já fui super-popular na escola durante 4 meses. Era por causa de uma brincadeira interna chamada "YES". Eu era comentado, as meninas me queixavam. Depois de 2 meses eu já estava meio de saco cheio, até porque eu percebi que as pessoas ao mesmo tempo em que me achavam uma pessoa do bem também me usavam como chacota. E o que me fez querer sair mesmo da vida de popular era porque eles gostavam do "YES" e não de mim (não os culpo. Eu não gostaria de mim do Ensino Médio). Ah, e a inauguração do "YES-triplo" foi na área da cantina. Fizeram uma grande roda, GRAAAAANDE mesmo, ficaram me chamando "DAVI! DAVI! DAVI! DAVI!" e eu fiz o YES-Triplo, depois várias pessoas me abraçaram e voltaram para as suas vidas normais. (Pelo menos eu fiz isso chamando as pessoas pro F1). Sim, eu já fui unidimensional (e muito!).
5 - Eu sou péssimo pra sentir saudades. Uma vez um bom amigo meu viajou pros EUA's e eu demorei 4 meses pra sentir falta dele.
6 - Eu raramente termino os projetos que começo. Eu só consegui terminar mesmo um livro e tô querendo levar pra frente a história do Raymond sobre Borboletas e Furacões.
7 - Eu projeto jogos por prazer. Algumas vezes invenções minhas, outras vezes eu uso coisas que já existem (como Matrix, por exemplo) pra desenvolver(escrever) os meus jogos. Eu sei que eles nunca vão sair do papel, no máximo viram livros daqui a 12 anos, mas eu gosto de fazer isso.
8 - Eu não tenho garra pra ler metade dos livros que eu gostaria de ler. /=
9 - Eu resolvi virar um pirata porque eu gostei de um pirata durante um tempo, faz 1,5 anos. Só que eu encarnei o papel melhor do que ele, e hoje eu sou um capitão pirata independente de outras pessoas quem eu goste ou não.
10 - oito meses depois da gente ter terminado eu ainda suspiro.
Como eu não sei/não tenho 10 pessoas a quem indicar, eu indico a minha Fixo e o Geo.
OK, vamos lá
1 - linkar a pessoa Golfinho que te indicou.
2 - escrever as regras do meme em seu blog.
3 - contar 10 coisas aleatórias sobre você.
4 - indique mais 10 pessoas.
5 - deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
6 - deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.
As 10 coisas
1. Eu aprendi inglês jogando video-game. Eu jogava RPG's pelo emulador (Final Fantasy) e resolvi acompanhar a história. Daí eu comecei a jogar com o dicionário do lado e ficava tentando entender as falas usando o dicionário. Eu cheguei ao ponto de passar meia hora sem passar de uma fala porque eu não encontrava um palavra no dicionário. Dez meses depois eu tinha um conhecimento sobre gramática do inglês pífio, mas era exelente na parte prática e tinha uma vaaasto mundo de palavras em inglês. Ah, e eu cansei de receber comentários de caneta vermelha nas provas de inglês dizendo pra eu não usar gírias nas provas ( eu aprendi primeiro a falar as gírias, depois a norma culta. Igual a um americano).
2. Eu já morri de vontade de ser o outro da história. Acho que eu ainda tenho. =x
3. Eu sou um péssimo ser humano usando o msn. Eu não gosto mto dele, eu só usava pra namorar e pra combinar coisas. Já tive uma fase feliz no msn conversando com todos os meus amigos, mas depois de fááárias brigas no msn (algumas culpa minha =$) eu... sei lá.
4. Eu já fui super-popular na escola durante 4 meses. Era por causa de uma brincadeira interna chamada "YES". Eu era comentado, as meninas me queixavam. Depois de 2 meses eu já estava meio de saco cheio, até porque eu percebi que as pessoas ao mesmo tempo em que me achavam uma pessoa do bem também me usavam como chacota. E o que me fez querer sair mesmo da vida de popular era porque eles gostavam do "YES" e não de mim (não os culpo. Eu não gostaria de mim do Ensino Médio). Ah, e a inauguração do "YES-triplo" foi na área da cantina. Fizeram uma grande roda, GRAAAAANDE mesmo, ficaram me chamando "DAVI! DAVI! DAVI! DAVI!" e eu fiz o YES-Triplo, depois várias pessoas me abraçaram e voltaram para as suas vidas normais. (Pelo menos eu fiz isso chamando as pessoas pro F1). Sim, eu já fui unidimensional (e muito!).
5 - Eu sou péssimo pra sentir saudades. Uma vez um bom amigo meu viajou pros EUA's e eu demorei 4 meses pra sentir falta dele.
6 - Eu raramente termino os projetos que começo. Eu só consegui terminar mesmo um livro e tô querendo levar pra frente a história do Raymond sobre Borboletas e Furacões.
7 - Eu projeto jogos por prazer. Algumas vezes invenções minhas, outras vezes eu uso coisas que já existem (como Matrix, por exemplo) pra desenvolver(escrever) os meus jogos. Eu sei que eles nunca vão sair do papel, no máximo viram livros daqui a 12 anos, mas eu gosto de fazer isso.
8 - Eu não tenho garra pra ler metade dos livros que eu gostaria de ler. /=
9 - Eu resolvi virar um pirata porque eu gostei de um pirata durante um tempo, faz 1,5 anos. Só que eu encarnei o papel melhor do que ele, e hoje eu sou um capitão pirata independente de outras pessoas quem eu goste ou não.
10 - oito meses depois da gente ter terminado eu ainda suspiro.
Como eu não sei/não tenho 10 pessoas a quem indicar, eu indico a minha Fixo e o Geo.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Natal
Odeio o Natal. É tempo de paz e compras. As lojas colocam cartazes dizendo que abrirão aos Domingos. Este ano odeio o Natal consumista mais ainda do que nos outros porque agora que eu estou virando mocinho tive que comprar todos os presentes que serão dados em meu nome. O Natal as vezes acaba comigo. 3 idas ao centro, 2 ao Iguatemi e 1 ao Shopping Benfica e eu termino as compras. Estou crescendo. Raios. Chega uma hora em que o dinheiro não aguenta mais e eu tenho que apelar: dá-lhes DVD's piratas!
Pros meus primos eu comprei um DVD com os 12 primeiros episódios do Jiraya. Na verdade eu queria ter comprado para mim. Talvez eles me emprestem, ou eu compro o mesmo DVD de novo, só que para mim. Espero que a Bia e o Paulinho gostem do Jiraya. Tem três ninjas mulheres interessantes no Jiraya, a Bia tem que gostar. Não resisti a tentação e assisti os 4 primeiros capitulos. Por pouco que eu não paro. É tosco e brilhante. Tosco no bom sentido. Definitivamente, espero que eles não estejam tão bombardeado com esses desenhos da modernidade que eles consigam apreciar. Ah, e o vendedor de DVD's disse que tinha episódios do Black Kamen Rider e do Jaspion. Acho que minha bolsa (agora sou bolsista!) vai escorrer do meu bolso assim que chegar. E eu tenho o telefone do vendedor. Será que ele tem o Ultraman?
Pra minha tia eu tô dando um DVD do Cirque di Solei (esqueci como escreve e o DVD está envelopado já). Tá aí, outra coisa que eu bem que podia comprar para mim. E é um espetáculo que eu gostaria de ver completo, mas o nome eu não lembro. Mas de todos os espetáculos do Circe, o que eu gostaria de ter mesmo era o Imaginarium. Mais do que o Alegria. Confesso que gosto mesmo é da música.
Pro meu tio e pro meu avô eu vou dar de presente um filme duplo, Carga Explosiva 1 e 2. O meu avô é um traça filmes de ação, então eu espero que pelo menos ele não tenha visto ou o 1 ou o 2. Sei lá, já imaginou se eu dou o filme e eles falam que já assistiram? E ainda é um daqueles super piratas que só faltou ter na capa imprimida "Exclusivo para locação". E, hummmm.... eu queria assistir esses filmes também. Falei.
Eu também comprei filmes de presente pra mim. Sexta Feira 13 (o original e primeiro, antes de produtores sedentos por lucro difamarem a série) e o Despertar dos Mortos (Dawn of Dead). Só vi o segundo, acho que vou deixar pra assistir o Sexta-Feira 13 só em guaramiranga com a Galera. Sobre o segundo, não é um filme de terror, é um filme cult. Tem criticas legais ao consumismo, como exigido dos fãs de Zumbis. Mas as criticas são apenas legais (que me matem os super fãs do Romero).
E por fim, eu comprei hoje, depois de um grande esforço, aquele presente que eu tinha pensado em dar de aniversário uns 8 meses atrás antes da gente terminar. E saiu até barato. Tá aí algo que eu não queria para mim e estou dando de presente sem segundas intenções. Ou será que esperar felicidade é segunda intenção?
Sei lá. Nesse Natal eu tô com medo de ter plantado uma sementinha que vá gerar mal frutos no futuro. Me despeço dizendo algo que vi no orkut de uma amiga minha anarquista (um bombom pra quem descobrir quem é): "Merry Crisis and happy new fear"
Pros meus primos eu comprei um DVD com os 12 primeiros episódios do Jiraya. Na verdade eu queria ter comprado para mim. Talvez eles me emprestem, ou eu compro o mesmo DVD de novo, só que para mim. Espero que a Bia e o Paulinho gostem do Jiraya. Tem três ninjas mulheres interessantes no Jiraya, a Bia tem que gostar. Não resisti a tentação e assisti os 4 primeiros capitulos. Por pouco que eu não paro. É tosco e brilhante. Tosco no bom sentido. Definitivamente, espero que eles não estejam tão bombardeado com esses desenhos da modernidade que eles consigam apreciar. Ah, e o vendedor de DVD's disse que tinha episódios do Black Kamen Rider e do Jaspion. Acho que minha bolsa (agora sou bolsista!) vai escorrer do meu bolso assim que chegar. E eu tenho o telefone do vendedor. Será que ele tem o Ultraman?
Pra minha tia eu tô dando um DVD do Cirque di Solei (esqueci como escreve e o DVD está envelopado já). Tá aí, outra coisa que eu bem que podia comprar para mim. E é um espetáculo que eu gostaria de ver completo, mas o nome eu não lembro. Mas de todos os espetáculos do Circe, o que eu gostaria de ter mesmo era o Imaginarium. Mais do que o Alegria. Confesso que gosto mesmo é da música.
Pro meu tio e pro meu avô eu vou dar de presente um filme duplo, Carga Explosiva 1 e 2. O meu avô é um traça filmes de ação, então eu espero que pelo menos ele não tenha visto ou o 1 ou o 2. Sei lá, já imaginou se eu dou o filme e eles falam que já assistiram? E ainda é um daqueles super piratas que só faltou ter na capa imprimida "Exclusivo para locação". E, hummmm.... eu queria assistir esses filmes também. Falei.
Eu também comprei filmes de presente pra mim. Sexta Feira 13 (o original e primeiro, antes de produtores sedentos por lucro difamarem a série) e o Despertar dos Mortos (Dawn of Dead). Só vi o segundo, acho que vou deixar pra assistir o Sexta-Feira 13 só em guaramiranga com a Galera. Sobre o segundo, não é um filme de terror, é um filme cult. Tem criticas legais ao consumismo, como exigido dos fãs de Zumbis. Mas as criticas são apenas legais (que me matem os super fãs do Romero).
E por fim, eu comprei hoje, depois de um grande esforço, aquele presente que eu tinha pensado em dar de aniversário uns 8 meses atrás antes da gente terminar. E saiu até barato. Tá aí algo que eu não queria para mim e estou dando de presente sem segundas intenções. Ou será que esperar felicidade é segunda intenção?
Sei lá. Nesse Natal eu tô com medo de ter plantado uma sementinha que vá gerar mal frutos no futuro. Me despeço dizendo algo que vi no orkut de uma amiga minha anarquista (um bombom pra quem descobrir quem é): "Merry Crisis and happy new fear"
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